VISITA ÀS ESCOLAS

SARAU CONSCIÊNCIA NEGRA NA EMEF TENENTE AVIADOR















UMA HOMENAGEM AO ESCRITOR E AMIGO PEDRO BERNARDO REALIZADA PELOS MEUS ALUNOS EM SALA DE AULA: ILUSTRAÇÕES A PARTIR DO SEU TEXTO:




OLHAR O MUNDO

Parei na beira do caminho e fiquei a olhar a paisagem. Já caminhava há algum tempo, a povoação tinha ficado para trás, o trilho íngreme atravessara um pequeno bosque e agora estava numa pequena clareira entre o arvoredo, dali podia ver a encosta e parte do vale que se estendia para além da povoação. Era meio da tarde e ainda me faltava muito para atingir o objetivo a que me havia proposto. Sorri com a beleza que me era oferecida e continuei o caminho.

Tinha escolhido aquele trilho não por ser curto, mas por ser um pouco menos longo. Queria chegar a tempo! Já esperava que não fosse fácil, mas estava a ser mais difícil do que eu pensara. Respirei fundo e alarguei o passo, a tarde avançava e eu tinha de chegar!

Ao longo do trilho alguns ramos mais secos deixam marcas na pele, pequenos fios vermelhos assinalam a sua passagem, nada que me faça reduzir a marcha, o tempo urge, não dá mais para parar. Olho adiante e vejo o cume, parece tão perto, mas tantos são os obstáculos que me dificultam alcançá-lo, mais um esforço…
Mais uma paragem para recuperar a respiração, para beber um pouco de água, desta vez nem olho para trás, só o que está pela frente me interessa, tenho de chegar a tempo…


De novo em marcha, cada vez mais perto, e eis que avisto o cume, desta vez bem perto mesmo ali na minha frente, um sorriso se forma no meu rosto, falta pouco! Vou conseguir…


Ali já não havia árvores, só grandes pedras, dali podia avistar não só a encosta e o vale mas todo o horizonte, até onde a vista alcança… Procurei uma pedra onde me sentar, de onde pudesse olhar, e fiquei esperando…Em poucos minutos o sol aproximou-se do horizonte, grande, vermelho, pintando tudo de uma cor quente, envolvente, fazendo esquecer tudo resto, valendo todo o esforço, maravilhoso! Visto dali o mundo é belo, lindo mesmo! Fico olhando até o sol desaparecer por completo e deixar o meu coração mais quente, a minha alma mais cheia.


Chegada a hora de descer, penso como seria bom voltar no dia seguinte, mas as pernas não iriam aguentar nova subida... Já! Poderia vir de carro, pois havia uma vereda ali bem perto. Não, não seria a mesma coisa, não teria o mesmo sabor doce, aquele sabor que tem tudo o que necessita de esforço para ser alcançado. Vou ter de reter aquela imagem na minha memória, e será ela que me fará sorrir nas manhãs de chuva, será aquela imagem que fará com que eu reúna forças para voltar a subir o trilho, talvez não o mesmo, mas um trilho que me permita ter outro ponto de vista deste mundo, e que me ajude a encontrar nele bons motivos para sorrir.



Pedro Bernardo


OS CAMINHOS SE CRUZAM E AS IDEIAS SE TRANSFORMAM EM REALIDADES VITORIOSAS




Estivemos no final de Novembro na EMEF Tenente Aviador Frederico Gustavo Gomes dos Santos, a convite da equipe escolar... Galera mais do que bem humorada e receptiva para com o escritor Gustavo Gomes num evento que finaliza um projeto anual de IDENTIDADE AFRO. Adorei a experiência. Parabéns ao Diretor Fábio e sua equipe, que conhecemos na Feira Periférica Marginal Independente em Sampa. 






O título do poema deste garoto era "SOU NEGRO". Leu com entonação perfeita. Valorizou as palavras e com ela a própria identidade. Desceu do palco como um vencedor. Lição de casa completa e perfeita. Adorei...



PROJETO "ESTADÃO"  SARAU PARA A VARETA

HOJE DEVERIA TER SIDO UM DIA ESPECIAL PARA MINHA PERSONAGEM REAL "VARETINHA"... SERIA UM SARAU DOS ADOLESCENTES PARA ELA, APÓS TRÊS SEMANAS DE LEITURA E PROJETO JUNTO COM A SALA DE LEITURA E PROFESSORES DE PORTUGUÊS E ARTES. MAS... BEM NA HORA, A COMUNIDADE TOMOU CONTA DA ESCOLA E ARREGAÇARAM AS MANGAS EM LUTA PELA DEMOCRACIA NAS ESCOLAS ESTADUAIS... VALEU MENINADA! RUMO À VITÓRIA! TODO APOIO A VOCÊS ALUNOS DO JULIO PRESTES ESTADÃO








MANDALA DE GESTOS, CORES, AMORES
LINDA APRESENTAÇÃO DE MARIA ANTONIA SEABRA COSTA


ENCONTRO DO AUTOR MIRIM GUSTAVO GOMES, EDITORA ESSENCIAL  E  E.E. CARLOS CRISTOVAM ZINK, EM CAMPINAS - SÃO PAULO



Como não parabenizar uma escola assim? Crianças auto disciplinadas, envolvidas no processo, protagonistas da própria história. Ficaram quinze dias se preparando para receber Gustavo Gomes, autor do livro "MEU UNIVERSO"... Escreveram a partir dos poemas do escritor mirim, seus próprios poemas. Lindos desenhos, livros, camisetas com o título de um poema lido... Esqueci de algo? Sim, porque muita emoção rolou neste encontro.






Eu me aposentei como Professora há apenas três meses, mesmo após ter permanecido no cargo muitos anos a mais e completado 45 anos em sala de aula. Por que tinha pavor de me aposentar? Porque não conseguia imaginar a minha vida sem esta relação construtiva com as crianças. Fiz muitas orações e Deus me presenteou com esta possibilidade que eu abracei com muito amor: o Selinho Poético da Editora Essencial... Os meninos Gustavo Gomes, Matheo Angelo, Ana Cristina Rodrigues Henrique e muitos outros que virão, quem sabe o Guilherme Carlos Francisco, da E. E. Carlos Cristovam Zink, em Campinas, fazem a diferença, num mundo cada vez mais faminto de cultura, livros e música com as PALAVRAS.


Quero ser escritor como você" ... Foi a fala do leitor para Gustavo Gomes...  Entregou o presente (seu livro) e  pediu um cartão para o Carlos Torres da  Editora Essencial... Guilherme Carlos Francisco é um "projetinho de gente" com grandes ideias para um futuro melhor com LIVROS.


TATUZINHA TATUADA DE AMOR


Liz Rabello

Desenho de Vinicius  Baptista - 6B/2015

Amo o frio pra dormir
bem enroladinha em mim mesma
É bom demais virar uma bolinha
Uma tatuzinha tatuada de amor


Desenho de Raiany L.M. dos Anjos 8B/2015

Eram tempos de começo. Pouca experiência de vida. Muito jovem comecei a lecionar e minhas turmas eram de pequeninos. As primeiras letras eram ensinadas com carinho. Tinha uma relação amorosa com minhas crianças e muitas vezes trocávamos sentimentos maternais. Eram lúdicos e agradáveis os beijinhos de “Boa Tarde”, “Até amanhã, professora!” Ficava no portão parada na despedida dos turnos para que um por um me abraçasse e me desse o famoso “tchau” com beijinho no rosto.

Desenho de Ananda Azevedo - 6A/2015

Um dia uma menininha, loirinha, cabelos encaracolados me esperou e por último disse-me ao ouvido: “Faz tempo que não durmo, professora, você sabe, minha mãe morreu e eu não consigo mais fechar os olhos, tenho medo e saudades dela.” 



Desenho de Felipe Baptista - 6B/2015

Emudeci e não só a beijei como lhe dei um abraço bem apertado e as primeiras palavras que brotaram foram aquelas:

Desenho de Jhonatan da Silva Costa 8B/2015

“Lembra do tatuzinho, que vimos hoje no jardim, durante a aula de Ciências? Pense na mamãe e “se abrace”, fique bem enroladinha, feito uma bolinha tatuada de amor... Feche os olhos e durma! 

Desenho de Nayane Sedraz - 8B/2015

Não sei se consegui vê-la indo embora sorrindo e enrolando os próprios pés pela calçada, pois meus olhos teimaram marejar. E chorei.

Desenho de Guilherme Nunes dos Santos 6A/2015

Dia seguinte lá vejo a menina, uma das primeiras a me esperar na sala. Olhinhos brilhantes de alegria: Professora, dormi a noite inteira! 


Desenho de Gisele Alves 8B/2015

Foi a frase mais linda que ela balbuciou pra mim. Não, não foi. Na verdade, algumas semanas depois, estávamos lendo juntos “O Menino Maluquinho”, quando parei naquele trecho em que os pais se separam e o garoto descobre a fórmula da felicidade e da compreensão com os versos do Ziraldo:

Desenho de Thiago Mariano 8A/2015

TEORIA DOS LADOS

Todo lado tem seu lado
Eu sou o meu próprio lado
E posso viver ao lado
Do seu lado que era meu.


Desenho de João Victor Dourado 8A/2015

Pedi às crianças para decifrarem os versos com algum gesto, com palavras, com desenhos. Alguém tem alguma ideia? Cristiane levantou a mãozinha timidamente e me falou: “Posso mostrar aí na frente?” - E veio e se enrolou com os bracinhos finos dizendo os versos que um dia eu lhe ensinei. “Perdi meus lados, professora, quando aprendi a dormir de tatuzinho.”

Desenho de Priscila Souza 8B/2015

Não sei se a classe entendeu, mas nós duas nos abraçamos... 


Desenho de Byanca Cristine M. da Silva Santos 6B/2015

  E eu novamente chorei.

Desenho de Maria Clara Veríssimo 6A/2015

 CONTOS DE TERROR

LEITURA DO CONTO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO ATRAVÉS DE HQ
DESENHOS DE GABRIEL SANTOS,GABRIEL BARBOSA E MARIA CLARA DA 6A/2015 DA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ  





ABAD ALFAL E A CAVEIRA

Até mais ou menos o ano de 1905, via-se no alto da parede chanfrada da igreja do convento de São Domingos, que ficava na esquina da rua dos Estudantes com a rua da Universidade, na capital Dominicana, um nicho vazio, que desapareceu com a parede quando esta foi derrubada.

Entretanto, nem sempre esse nicho esteve vazio. Dentro dele, apoiada num pequeno suporte de ferro, havia outrora uma caveira, visível durante o dia graças à luz do sol e durante a noite graças à luz de uma lamparina de azeite pendurada no alto e que sempre era acesa ao toque do Ângelus, ao entardecer. Embaixo, como se fossem palavras saídas da boca da caveira, lia-se numa lápide rústica, em letras comuns, quase ilegíveis, escritas em preto:

Oh, tu, que passando vais,
Fixa os teus olhos em mim.
Qual tu te vês eu me vi.
Qual me vejo, tu te verás.

Muito tempo transcorreu sem que a caveira nem o verso chamassem a atenção do público. Até a noite que um morador do bairro, a caminho de casa, ouviu um ruído proveniente da caveira e, ao voltar os seus olhos para ela, observou que se mexia, inclinando-se para frente ou virando-se de um lado para o outro, como se dissesse:  “Sim, sim...” “Não, não...”

Ao ver tal coisa, saiu em disparada até chegar em casa.

A caveira, que àquela altura já não merecia sequer o olhar indiferente dos transeuntes, passou a ser, no dia seguinte, o tema de todas as conversas. Os prudentes não se aventuravam a passar de noite nas proximidades do convento. E os valentes que se atreviam a fazê-lo juravam que a caveira se mexia dizendo: “Sim, sim...” ”Não, não...” E ainda acrescentavam que ela movia as mandíbulas, que ria fazendo um barulho parecido ao das castanholas e uma porção de outras histórias.

Durante o dia, a caveira ficava quietinha. Por isso, o encarregado de acender e apagar a lamparina fazia isso sempre de tarde ou de manhã. O problema era de noite.

Os que moravam por ali, davam uma volta enorme para chegar em casa, a fim de se livrarem de ver a caveira. Nem mesmo os guardas da polícia militar ousavam se aproximar dessa esquina do medo.

Certa noite, desafiando o seu próprio temor, um desses guardas caminhou nessa direção e, ao ver os meneios da caveira, correu espavorido sem parar até o portão do quartel. 

Abad Alfau tinha então dezenove anos e era subtenente do batalhão que cuidava da muito contrariado. Na noite seguinte, soube que um outro guarda havia dado uma volta para fugir da bruxaria da esquina e ficou mais contrariado ainda.

— Ou acabo com essa palhaçada ou não me chamo Abad Alfau! – afirmou ele.

No dia seguinte, muniu-se de uma espada e esperou que anoitecesse. Mais ou menos às onze horas, dirigiu-se ao tal lugar que tantos temores provocava, levando uma espada na mão e acompanhado de dois soldados. Estavam a poucos metros da caveira, quando começaram os remelexos.

— Ponham a escada na esquina! – ordenou Abad, antes que o medo paralisasse os seus companheiros.

De espada na mão, começou a subir. A cada degrau que subia, os movimentos da caveira para frente e para os lados ficavam mais violentos. Quando o subtenente já estava bem próximo dela, a caveira se mexia tanto que parecia querer girar sobre si mesma e de dentro dela saíam uns guinchos agudos. O jovem oficial, no entanto, continuava imperturbável. Finalmente, tão próximo do nicho que poderia alcançá-lo com os dedos, apoiou com força os pés num degrau enquanto com a mão esquerda se agarrava ao degrau mais alto, jogou o corpo para trás e, levantando a espada, acertou-lhe duas pranchadas que a fizeram dar várias voltas.

E aí se desfez o mistério. Porque debaixo da caveira saiu um rato de mais ou menos um palmo de comprimento, que pulou do nicho para a rua e se perdeu na escuridão da noite, enquanto Abad Alfau, descendo, exclamava:
 Bicho safado!


EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ  MARCANDO PRESENÇA  NA  VIGÉSIMA TERCEIRA  BIENAL  DE  SÃO PAULO  NO  LANÇAMENTO  DO  "MANIFESTO PELA PAZ II"







ROSANA NÓBREGA DECLAMANDO  PARA MEUS ALUNOS NA BIENAL SÃO PAULO




PROJETO SEMEAR NA ESTAÇÃO: AQUÁRIO E GALINHEIRO


ATÉ O SOL NOS PRESENTEOU COM UM CORAÇÃO DE LUZ


TERNURA COM OS FRANGUINHOS



TERESA CRISTINA NOS PREMIOU EM NOSSA VOLTA ÀS AULAS PÓS GREVE  COM UM LINDO OVINHO



PROJETO DA ACADEMIA NACIONAL DE LETRAS PORTAL DO POETA BRASILEIRO


POESIA DE BANDEJA


O POETA ESTÁ VIVO?
Cada um de nós, a seu modo está agindo no individual. Expande para o coletivo. Eu vou onde a poesia está, nos Saraus da periferia ou dos centros das grandes cidades: Casa das Rosas ou Casa Amarela,  Sopa de Letrinhas ou Sarau da Maria, ou nas salas de aulas de alguma escola, no Projeto Semear de lá da Estação, onde já trabalhei, numa finalização de um Sarau a Quatro Patas, para minha Vareta, lá no Estadão, em Sorocaba, nas páginas diárias do facebook, do Blog.Vou lendo e me desafio a escrever com meu amado, em nossas caminhadas por aí. Poesia de bandeja no salão de beleza, ao ar livre no bosque e no cantinho dos bichinhos do terreno de fundos cuidadosamente cuidado da Estação, com meus alunos, durante aulas abertas. Levo meus livros nas bibliotecas de escolas próximas, deixo nas bancas de jornais, livrarias pequenas, em Feiras de trocas e vendas e por aí vai... Vou esquecendo livros meus ou de amigos, durante o mês ou no dia 30, semeando vontade de ler, onde nosso tesouro chegar! Não é preciso diplomas, nem medalhas, nem reconhecimento, apenas precisamos sentir que a poesia está viva e isto é demais... Ela está!
Liz Rabello

 


FANZINES - REVISTAS CONSTRUÍDAS À MÃO
 EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ - 2012 - 
TEMA: PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE  




PROJETO SEMEAR - LIMPEZA DA ÁREA DE BAIXO DA ESTAÇÃO
CONSTRUÇÃO DE BANCOS E JARDINS





  EXPOSIÇÃO PERMANENTE DE MINHAS PINTURAS EM CHAPAS DE ACRÍLICO




 PROJETO SEMEAR - PINTURA DE PNEUS
 LIMPEZA DA ÁREA DE BAIXO DA ESTAÇÃO




MANIFESTO VERDE
UM PROJETO DA ANLPPB LEVADO À SALA DE AULA -2013



"Realização de um trabalho efetivo com adolescentes, brincadeiras com fantoches, utilizando um livro escrito pelas próprias crianças da escola e do bairro do Jaraguá na cidade de São Paulo, sob  orientação e seleção, em relação à escola em que  Liz Rabello trabalha, aliança com a VOITH, Ministério da Cultura e organização de Patrícia Secco."








PRÉ LANÇAMENTO DO MEU SEGUNDO LIVRO SOLO "INTERVALOS" 
NA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ


PRÉ LANÇAMENTO NA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ... BRINCADEIRAS E PREMIAÇÕES COM ANTECIPAÇÃO DE FATOS E DESFECHOS   








FANZINES - REVISTAS CONSTRUÍDAS À MÃO
 EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2011 - 
TEMA: PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PROJETO LIXO LUXO  



PROJETO LIXO LUXO  - DESFILE DE MODA
ROUPAS CONSTRUÍDAS COM REUTILIZAÇÃO DE LIXO





EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2010 - 
SARAU COM ALUNOS DO QUINTO ANO
TEXTOS A PARTIR DA LEITURA DE LIVROS  






EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2010 - 
SARAU COM ALUNOS DO QUINTO ANO
TEXTOS A PARTIR DA LEITURA DE LIVROS  




PROJETO: PLURALIDADE:  CONSTRUÇÃO DO POVO BRASILEIRO
EMEF BRIG HENRIQUE FONTENELLE
FOTOS TIRADAS PELOS PROFESSORES DOS ALUNOS





 PROJETO: PLURALIDADE:  CONSTRUÇÃO DO POVO BRASILEIRO - FONTENELLE
QUADROS VIVOS A PARTIR DE RELEITURA - JOGOS DRAMÁTICOS




















PINTURAS ABSTRATAS - PROJETO HUMANIZAR 
RELEITURA DA OBRA DE SARAMAGO
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA



CAPAS PARA O TRABALHO HUMANIZAR








MOSTRA CULTURAL 2008 - FONTENELLE
DÉCADA DE 60 - POESIA CONCRETA



POESIA CONCRETA 
PUBLICADO NA REVISTA "DE OLHO NO FONTE"








IDEALIZANDO E CONSTRUINDO PAINÉIS 







MINHA REVISTA POR UM NÚMERO...
FORÇAS OCULTAS IMPEDIRAM A CONTINUIDADE DA MESMA...
 QUE PENA!  TRABALHO LINDO!  MEU E DOS ALUNOS...




REPÓRTER POR UMA REVISTA
DESIRÉE PRINT SILVA HOJE É PROFESSORA TAMBÉM
SOMOS AMIGAS DE PROFISSÃO... AMO!








2 comentários:

  1. Muito legal Prof° muito legal as fotos do fontenelle.. foi a melhor escola que estudei ate agora eu amava as suas aulas.. aulas muito criativas amo muitoooo tudo isso..

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  2. Amo você Gabi... Muitas saudades...

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