ESCOLAS

PROJETO JOVEM ESCRITOR 
DA ESTAÇÃO DO JARAGUÁ



FUI CONVIDADA PARA PARTICIPAR DO SEGUNDO SARAU DA ÚLTIMA ESCOLA QUE TRABALHEI ANTES DE ME APOSENTAR... ALEGRIA ÍMPAR REVER EX ALUNOS, PROFESSORES QUE TRILHARAM COMIGO EM MINHA CAMINHADA, AMIGOS QUE DEIXAMOS PARA TRÁS COM SAUDADES. SOU GRATA AOS NOVOS AMIGOS QUE ME ACOLHERAM COM MUITO AFETO... 



























REVER EX ALUNOS E MÃES QUE ME ACOMPANHARAM 
NESTA TRAJETÓRIA NÃO TEM PREÇO




NOVENTA ANOS DE ESTADÃO JULIO PRESTES


VISITA À SALA DE LEITURA EM SOROCABA... DOAÇÃO DE LIVROS E DE CORDEIS... INTERAÇÃO COM ALUNOS DA 7ª SÉRIE. PROFESSORA REGINA MATAVELLI E MARIA ANTONIA COSTA SEABRA





NOVENTA ANOS DE ESTADÃO JULIO PRESTES EM SOROCABA... ALGUNS DOS ILUSTRES ALUNOS DO PASSADO






NOSSA MUSA "VARETA" NO MURAL DA SALA ... QUE HONRA! 



TUDO POR ESTES ROSTINHOS FELIZES


O professor Jean Richard​, OSL da EMEF Tenente Aviador, desenvolveu atividades com alunos do 1º ano, que "mastigaram" letrinhas ao acompanharem a leitura do livro "A menina que mastigava letrinhas" da escritora Liz Rabello​. Depois da leitura, expandiram o conhecimento assistindo e cantando com a exibição dos vídeos:

"Quintal da Cultura - Sopa de Letrinhas"
"Sopa - Palavra Cantada"
"AEIOU - Crianças Inteligentes






JUJUBA, UM LIVRO INFANTIL ESCRITO POR 
HELOISA (SETE ANOS)

HELOÍSA INSPIROU-SE EM "XIMBINHA". É NETINHA DE UMA GRANDE AMIGA DO MEU PASSADO REMOTO (FOI ALUNA DA ESCOLA RUI BLOEM, ZENAIDE NASCIMENTO, ONDE LECIONEI POR MAIS DE DEZ ANOS)... A ESCRITORA MIRIM É TAMBÉM ILUSTRADORA. DAS MELHORES QUE JÁ VI. ESTOU TÃO EMOCIONADA QUE MAL CONSEGUI ESPERAR PARA POSTAR AS FOTOS... MELHOR PRESENTE QUE JÁ RECEBI... 


ESTA É HELOÍSA, SETE ANINHOS, ESCRITORA, ILUSTRADORA E TAMBÉM A CRIADORA DA JUJUBA... MUITO EMOCIONADA COM ESTE PRESENTE... ZENAIDE NASCIMENTO... QUE COISA MAIS LINDA!!!!!!!!!!!


HELOÍSA INSPIROU-SE NO MEU LIVRO "XIMBINHA". CRIOU UMA PERSONAGEM: JUJUBA, QUE ESCREVEU O LIVRO POR ELA... FOI CRIATIVA EM TUDO... DEMAIS! FELIZ DEMAIS!



O NOME "JUJUBA" NASCEU DA PERSONAGEM CENTRAL DO MEU LIVRO, A JUJU, QUE É A LEVADA DA BRECA DA MINHA FAMÍLIA, MINHA NETINHA AMADA. REALMENTE ESTOU EMOCIONADA E FELIZ!











 SEMENTES DE QUARENTA ANOS ATRÁS

Sabe o que é mais interessante? Dei aula na Rui Bloem de alfabetização durante dezoito anos seguidos e a avó desta menina linda era aluna naquela época... Coisas que só o tempo pode explicar.... Tece armadilhas estranhas e, por vezes, deliciosas como esta. Puro prazer!

O passado vai e volta
Novos rostinhos nos marcam
Netinhos e bisnetinhos
Alunos e aluninhos
Ninhos de amor


Hoje à tarde, mostrando para a Juju o livro da Jujuba. Ela AMOUUUUUUUUU tudo, principalmente o nome Jujubaaaaaaa... Ela disse que é Juju obaaaaaa


Depois enviou um grande abraço pra Heloísa e eu também...  Este mundo virtual é demais!


EE JULIO PRESTES ESTADÃO
PROJETO "SARAU A QUATRO PATINHAS"


SÍNTESE DO PROJETO

O projeto teve início em 2015 com a leitura do livro "Amor à Primeira Lambida", de Liz Rabello dialogando com outra autora, Jandira Mansur: "O Frio pode ser Quente? " A ideia seria transformar a poesia de Jandira Mansur em prosa e a prosa do livro narrando a história real da Vareta, cadelinha resgatada da marginal tietê e adotada pela autora do livro, em poesia. Destas aulas iniciais, nasceram novos textos em homenagem à Vareta e delas apresentações no Sarau "Amor a quatro patas”. Depois nasceram poesias e depoimentos acerca dos próprios animais de estimação. O sarau foi organizado pelas professoras Maria Antonia Costa e Regina Matavelli, com a presença da convidada especial "Vareta" e seu anjo da guarda, que a salvou das ruas: Rodrigo Brandão... A cadelinha desfilava entre os alunos na maior cumplicidade, alegre e encantada, no colo ou no chão. A presença da vice-diretora e das coordenadoras pedagógicas se fez acontecer. Muito agradecida pelo entusiasmo e carinho que fomos recebidos: eu, meu filho, e, é claro, nossa princesa Vareta. Gratidão aos bastidores do Jornal Cruzeiro do Sul, jornalista Regina Helena Santos, ao fotógrafo e à entrevistadora, cujo empenho na reportagem gerou fidelidade ao evento, que realmente foi um sucesso exemplar. Muito obrigada ao senhor diretor Guaracy Bueno, que colaborou pelo sucesso do evento. Em especial, aos encantos deste projeto: os alunos do Estadão. Deixo-lhes um abraço repleto de gratidão aos alegres, amorosos amiguinhos dos animais, uma sensação de dever cumprido! Até a próxima!

Liz Rabello




















"SARAU A QUATRO PATINHAS"

JULIO PRESTES ESTADÃO EM SOROCABA






APLAUSOS EM LIBRA

Parabéns aos alunos pela educação e delicadeza em demonstrar que gostaram, sem aplausos e sim com aplausos em libras para não assustar a cachorrinha Vareta.










 


 

CORAL DOS ALUNOS E MÚSICAS TOCADAS POR ELES PRÓPRIOS






DEPOIMENTOS EMOCIONANTES SOBRE GUARDA RESPONSÁVEL E AMOR INCONDICIONAL

E VARETA IMPECÁVEL, COMPORTAMENTO DE PEDEGREE E NÃO DE UMA VIRA LATINHA QUE REALMENTE É





APÓS O TRABALHO ESPETACULAR QUE MARIA ANTONIA COSTA REALIZOU NA ESCOLA ESTADUAL JULIO PRESTES ESTADÃO COM FINALIZAÇÃO "SARAU A QUATRO PATINHAS", COM A PRESENÇA DA VARETA, OLHA AÍ O TROFÉU... É UMA HONRA! 



"Ganhei a estatueta da cachorra Vareta, de Liz Rabello - Escritora - Será como um troféu pelo belíssimo trabalho de poesias feito pelos alunos do 7º ano A B C - da Escola ESTADÃO DE Sorocaba/SP. Serei a guardiã dessa estatueta, com muito orgulho, pertence a todas as crianças de nossa escola, que participaram desse Projeto AMOR A PRIMEIRA LAMBIDA."


Maria Antonia Costa


DESCONTRAÇÃO, AMIZADE, CARINHO E MUITAS FOTOS APÓS O SARAU



























Partimos de uma premissa simples, somos responsáveis pelo meio que vivemos. Em alguns momentos somos tocados por uma situação ou uma causa e agimos conforme nossas forças, valores ou ideais. As boas atitudes estão sempre correlacionadas. Uma espécie de rede em que vários agentes dão sua forma em uma trama que se faz de forma espontânea. Gostaria de ratificar minha admiração ao trabalho amoroso e preocupado das professoras Maria Antonia Costa e Regina Matavelli, que claramente estão empenhadas numa formação mais verdadeira: aquela capaz de orientar o conhecimento a partir da formação da consciência dos alunos. Fato é que eu sou só mais um indivíduo e Vareta é só mais um cãozinho, mas que ao ser observados pela delicadeza no olhar e escrever de minha mãe - Liz Rabello, daí para o livro e como parte deste projeto que é maior, pois iluminou tantos outros talentos. Assim, anjos somos todos nós que entendemos o próximo com mais empatia, pois como devem de ser, anjos são os que se entregam em amor irrestrito, como os da Fundação Alexandra Schlumberger ao proporcionar uma vida saudável e mais feliz aos animaizinhos que resgatam. Minha mais profunda gratidão aos alunos, professores e envolvidos neste lindo trabalho de educação e respeito à vida.
Rodrigo Brandão


COBERTURA DO EVENTO PELO JORNAL CRUZEIRO DO SUL  E MON PETIT DE SOROCABA










DOSSIÊ PROJETO ESTADÃO

"SARAU A QUATRO PATINHAS"















SARAU CONSCIÊNCIA NEGRA NA EMEF TENENTE AVIADOR












UMA HOMENAGEM AO ESCRITOR E AMIGO PEDRO BERNARDO REALIZADA PELOS MEUS ALUNOS EM SALA DE AULA: ILUSTRAÇÕES A PARTIR DO SEU TEXTO:




OLHAR O MUNDO

Parei na beira do caminho e fiquei a olhar a paisagem. Já caminhava há algum tempo, a povoação tinha ficado para trás, o trilho íngreme atravessara um pequeno bosque e agora estava numa pequena clareira entre o arvoredo, dali podia ver a encosta e parte do vale que se estendia para além da povoação. Era meio da tarde e ainda me faltava muito para atingir o objetivo a que me havia proposto. Sorri com a beleza que me era oferecida e continuei o caminho.

Tinha escolhido aquele trilho não por ser curto, mas por ser um pouco menos longo. Queria chegar a tempo! Já esperava que não fosse fácil, mas estava a ser mais difícil do que eu pensara. Respirei fundo e alarguei o passo, a tarde avançava e eu tinha de chegar!

Ao longo do trilho alguns ramos mais secos deixam marcas na pele, pequenos fios vermelhos assinalam a sua passagem, nada que me faça reduzir a marcha, o tempo urge, não dá mais para parar. Olho adiante e vejo o cume, parece tão perto, mas tantos são os obstáculos que me dificultam alcançá-lo, mais um esforço…
Mais uma paragem para recuperar a respiração, para beber um pouco de água, desta vez nem olho para trás, só o que está pela frente me interessa, tenho de chegar a tempo…


De novo em marcha, cada vez mais perto, e eis que avisto o cume, desta vez bem perto mesmo ali na minha frente, um sorriso se forma no meu rosto, falta pouco! Vou conseguir…


Ali já não havia árvores, só grandes pedras, dali podia avistar não só a encosta e o vale mas todo o horizonte, até onde a vista alcança… Procurei uma pedra onde me sentar, de onde pudesse olhar, e fiquei esperando…Em poucos minutos o sol aproximou-se do horizonte, grande, vermelho, pintando tudo de uma cor quente, envolvente, fazendo esquecer tudo resto, valendo todo o esforço, maravilhoso! Visto dali o mundo é belo, lindo mesmo! Fico olhando até o sol desaparecer por completo e deixar o meu coração mais quente, a minha alma mais cheia.


Chegada a hora de descer, penso como seria bom voltar no dia seguinte, mas as pernas não iriam aguentar nova subida... Já! Poderia vir de carro, pois havia uma vereda ali bem perto. Não, não seria a mesma coisa, não teria o mesmo sabor doce, aquele sabor que tem tudo o que necessita de esforço para ser alcançado. Vou ter de reter aquela imagem na minha memória, e será ela que me fará sorrir nas manhãs de chuva, será aquela imagem que fará com que eu reúna forças para voltar a subir o trilho, talvez não o mesmo, mas um trilho que me permita ter outro ponto de vista deste mundo, e que me ajude a encontrar nele bons motivos para sorrir.
Pedro Bernardo

OS CAMINHOS SE CRUZAM E AS IDEIAS SE TRANSFORMAM EM REALIDADES VITORIOSAS



Estivemos no final de Novembro na EMEF Tenente Aviador Frederico Gustavo Gomes dos Santos, a convite da equipe escolar... Galera mais do que bem humorada e receptiva para com o escritor Gustavo Gomes num evento que finaliza um projeto anual de IDENTIDADE AFRO. Adorei a experiência. Parabéns ao Diretor Fábio e sua equipe, que conhecemos na Feira Periférica Marginal Independente em Sampa. 






O título do poema deste garoto era "SOU NEGRO". Leu com entonação perfeita. Valorizou as palavras e com ela a própria identidade. Desceu do palco como um vencedor. Lição de casa completa e perfeita. Adorei...


PROJETO "ESTADÃO"  SARAU PARA A VARETA

HOJE DEVERIA TER SIDO UM DIA ESPECIAL PARA MINHA PERSONAGEM REAL "VARETINHA"... SERIA UM SARAU DOS ADOLESCENTES PARA ELA, APÓS TRÊS SEMANAS DE LEITURA E PROJETO JUNTO COM A SALA DE LEITURA E PROFESSORES DE PORTUGUÊS E ARTES. MAS... BEM NA HORA, A COMUNIDADE TOMOU CONTA DA ESCOLA E ARREGAÇARAM AS MANGAS EM LUTA PELA DEMOCRACIA NAS ESCOLAS ESTADUAIS... VALEU MENINADA! RUMO À VITÓRIA! TODO APOIO A VOCÊS ALUNOS DO JULIO PRESTES ESTADÃO








MANDALA DE GESTOS, CORES, AMORES
LINDA APRESENTAÇÃO DE MARIA ANTONIA SEABRA COSTA


ENCONTRO DO AUTOR MIRIM GUSTAVO GOMES, EDITORA ESSENCIAL  E  E.E. CARLOS CRISTOVAM ZINK, EM CAMPINAS - SÃO PAULO



Como não parabenizar uma escola assim? Crianças auto disciplinadas, envolvidas no processo, protagonistas da própria história. Ficaram quinze dias se preparando para receber Gustavo Gomes, autor do livro "MEU UNIVERSO"... Escreveram a partir dos poemas do escritor mirim, seus próprios poemas. Lindos desenhos, livros, camisetas com o título de um poema lido... Esqueci de algo? Sim, porque muita emoção rolou neste encontro.





Eu me aposentei como Professora há apenas três meses, mesmo após ter permanecido no cargo muitos anos a mais e completado 45 anos em sala de aula. Por que tinha pavor de me aposentar? Porque não conseguia imaginar a minha vida sem esta relação construtiva com as crianças. Fiz muitas orações e Deus me presenteou com esta possibilidade que eu abracei com muito amor: o Selinho Poético da Editora Essencial... Os meninos Gustavo Gomes, Matheo Angelo, Ana Cristina Rodrigues Henrique e muitos outros que virão, quem sabe o Guilherme Carlos Francisco, da E. E. Carlos Cristovam Zink, em Campinas, fazem a diferença, num mundo cada vez mais faminto de cultura, livros e música com as PALAVRAS.


Quero ser escritor como você" ... Foi a fala do leitor para Gustavo Gomes...  Entregou o presente (seu livro) e  pediu um cartão para o Carlos Torres da  Editora Essencial... Guilherme Carlos Francisco é um "projetinho de gente" com grandes ideias para um futuro melhor com LIVROS.

TATUZINHA TATUADA DE AMOR


Liz Rabello

Desenho de Vinicius  Baptista - 6B/2015

Amo o frio pra dormir
bem enroladinha em mim mesma
É bom demais virar uma bolinha
Uma tatuzinha tatuada de amor


Desenho de Raiany L.M. dos Anjos 8B/2015

Eram tempos de começo. Pouca experiência de vida. Muito jovem comecei a lecionar e minhas turmas eram de pequeninos. As primeiras letras eram ensinadas com carinho. Tinha uma relação amorosa com minhas crianças e muitas vezes trocávamos sentimentos maternais. Eram lúdicos e agradáveis os beijinhos de “Boa Tarde”, “Até amanhã, professora!” Ficava no portão parada na despedida dos turnos para que um por um me abraçasse e me desse o famoso “tchau” com beijinho no rosto.

Desenho de Ananda Azevedo - 6A/2015

Um dia uma menininha, loirinha, cabelos encaracolados me esperou e por último disse-me ao ouvido: “Faz tempo que não durmo, professora, você sabe, minha mãe morreu e eu não consigo mais fechar os olhos, tenho medo e saudades dela.” 



Desenho de Felipe Baptista - 6B/2015

Emudeci e não só a beijei como lhe dei um abraço bem apertado e as primeiras palavras que brotaram foram aquelas:

Desenho de Jhonatan da Silva Costa 8B/2015

“Lembra do tatuzinho, que vimos hoje no jardim, durante a aula de Ciências? Pense na mamãe e “se abrace”, fique bem enroladinha, feito uma bolinha tatuada de amor... Feche os olhos e durma! 

Desenho de Nayane Sedraz - 8B/2015

Não sei se consegui vê-la indo embora sorrindo e enrolando os próprios pés pela calçada, pois meus olhos teimaram marejar. E chorei.

Desenho de Guilherme Nunes dos Santos 6A/2015

Dia seguinte lá vejo a menina, uma das primeiras a me esperar na sala. Olhinhos brilhantes de alegria: Professora, dormi a noite inteira! 


Desenho de Gisele Alves 8B/2015

Foi a frase mais linda que ela balbuciou pra mim. Não, não foi. Na verdade, algumas semanas depois, estávamos lendo juntos “O Menino Maluquinho”, quando parei naquele trecho em que os pais se separam e o garoto descobre a fórmula da felicidade e da compreensão com os versos do Ziraldo:

Desenho de Thiago Mariano 8A/2015

TEORIA DOS LADOS

Todo lado tem seu lado
Eu sou o meu próprio lado
E posso viver ao lado
Do seu lado que era meu.


Desenho de João Victor Dourado 8A/2015

Pedi às crianças para decifrarem os versos com algum gesto, com palavras, com desenhos. Alguém tem alguma ideia? Cristiane levantou a mãozinha timidamente e me falou: “Posso mostrar aí na frente?” - E veio e se enrolou com os bracinhos finos dizendo os versos que um dia eu lhe ensinei. “Perdi meus lados, professora, quando aprendi a dormir de tatuzinho.”

Desenho de Priscila Souza 8B/2015

Não sei se a classe entendeu, mas nós duas nos abraçamos... 


Desenho de Byanca Cristine M. da Silva Santos 6B/2015

  E eu novamente chorei.

Desenho de Maria Clara Veríssimo 6A/2015
 CONTOS DE TERROR

LEITURA DO CONTO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTO ATRAVÉS DE HQ
DESENHOS DE GABRIEL SANTOS,GABRIEL BARBOSA E MARIA CLARA DA 6A/2015 DA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ  





ABAD ALFAL E A CAVEIRA

Até mais ou menos o ano de 1905, via-se no alto da parede chanfrada da igreja do convento de São Domingos, que ficava na esquina da rua dos Estudantes com a rua da Universidade, na capital Dominicana, um nicho vazio, que desapareceu com a parede quando esta foi derrubada.

Entretanto, nem sempre esse nicho esteve vazio. Dentro dele, apoiada num pequeno suporte de ferro, havia outrora uma caveira, visível durante o dia graças à luz do sol e durante a noite graças à luz de uma lamparina de azeite pendurada no alto e que sempre era acesa ao toque do Ângelus, ao entardecer. Embaixo, como se fossem palavras saídas da boca da caveira, lia-se numa lápide rústica, em letras comuns, quase ilegíveis, escritas em preto:

Oh, tu, que passando vais,
Fixa os teus olhos em mim.
Qual tu te vês eu me vi.
Qual me vejo, tu te verás.

Muito tempo transcorreu sem que a caveira nem o verso chamassem a atenção do público. Até a noite que um morador do bairro, a caminho de casa, ouviu um ruído proveniente da caveira e, ao voltar os seus olhos para ela, observou que se mexia, inclinando-se para frente ou virando-se de um lado para o outro, como se dissesse:  “Sim, sim...” “Não, não...”

Ao ver tal coisa, saiu em disparada até chegar em casa.

A caveira, que àquela altura já não merecia sequer o olhar indiferente dos transeuntes, passou a ser, no dia seguinte, o tema de todas as conversas. Os prudentes não se aventuravam a passar de noite nas proximidades do convento. E os valentes que se atreviam a fazê-lo juravam que a caveira se mexia dizendo: “Sim, sim...” ”Não, não...” E ainda acrescentavam que ela movia as mandíbulas, que ria fazendo um barulho parecido ao das castanholas e uma porção de outras histórias.

Durante o dia, a caveira ficava quietinha. Por isso, o encarregado de acender e apagar a lamparina fazia isso sempre de tarde ou de manhã. O problema era de noite.

Os que moravam por ali, davam uma volta enorme para chegar em casa, a fim de se livrarem de ver a caveira. Nem mesmo os guardas da polícia militar ousavam se aproximar dessa esquina do medo.

Certa noite, desafiando o seu próprio temor, um desses guardas caminhou nessa direção e, ao ver os meneios da caveira, correu espavorido sem parar até o portão do quartel. 

Abad Alfau tinha então dezenove anos e era subtenente do batalhão que cuidava da muito contrariado. Na noite seguinte, soube que um outro guarda havia dado uma volta para fugir da bruxaria da esquina e ficou mais contrariado ainda.

— Ou acabo com essa palhaçada ou não me chamo Abad Alfau! – afirmou ele.

No dia seguinte, muniu-se de uma espada e esperou que anoitecesse. Mais ou menos às onze horas, dirigiu-se ao tal lugar que tantos temores provocava, levando uma espada na mão e acompanhado de dois soldados. Estavam a poucos metros da caveira, quando começaram os remelexos.

— Ponham a escada na esquina! – ordenou Abad, antes que o medo paralisasse os seus companheiros.

De espada na mão, começou a subir. A cada degrau que subia, os movimentos da caveira para frente e para os lados ficavam mais violentos. Quando o subtenente já estava bem próximo dela, a caveira se mexia tanto que parecia querer girar sobre si mesma e de dentro dela saíam uns guinchos agudos. O jovem oficial, no entanto, continuava imperturbável. Finalmente, tão próximo do nicho que poderia alcançá-lo com os dedos, apoiou com força os pés num degrau enquanto com a mão esquerda se agarrava ao degrau mais alto, jogou o corpo para trás e, levantando a espada, acertou-lhe duas pranchadas que a fizeram dar várias voltas.

E aí se desfez o mistério. Porque debaixo da caveira saiu um rato de mais ou menos um palmo de comprimento, que pulou do nicho para a rua e se perdeu na escuridão da noite, enquanto Abad Alfau, descendo, exclamava:
 Bicho safado!

EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ  MARCANDO PRESENÇA  NA  VIGÉSIMA TERCEIRA  BIENAL  DE  SÃO PAULO  NO  LANÇAMENTO  DO  "MANIFESTO PELA PAZ II"







ROSANA NÓBREGA DECLAMANDO  PARA MEUS ALUNOS NA BIENAL SÃO PAULO


PROJETO SEMEAR NA ESTAÇÃO: AQUÁRIO E GALINHEIRO


ATÉ O SOL NOS PRESENTEOU COM UM CORAÇÃO DE LUZ


TERNURA COM OS FRANGUINHOS



TERESA CRISTINA NOS PREMIOU EM NOSSA VOLTA ÀS AULAS PÓS GREVE  COM UM LINDO OVINHO


PROJETO DA ACADEMIA NACIONAL DE LETRAS PORTAL DO POETA BRASILEIRO


POESIA DE BANDEJA


O POETA ESTÁ VIVO?
Cada um de nós, a seu modo está agindo no individual. Expande para o coletivo. Eu vou onde a poesia está, nos Saraus da periferia ou dos centros das grandes cidades: Casa das Rosas ou Casa Amarela,  Sopa de Letrinhas ou Sarau da Maria, ou nas salas de aulas de alguma escola, no Projeto Semear de lá da Estação, onde já trabalhei, numa finalização de um Sarau a Quatro Patas, para minha Vareta, lá no Estadão, em Sorocaba, nas páginas diárias do facebook, do Blog.Vou lendo e me desafio a escrever com meu amado, em nossas caminhadas por aí. Poesia de bandeja no salão de beleza, ao ar livre no bosque e no cantinho dos bichinhos do terreno de fundos cuidadosamente cuidado da Estação, com meus alunos, durante aulas abertas. Levo meus livros nas bibliotecas de escolas próximas, deixo nas bancas de jornais, livrarias pequenas, em Feiras de trocas e vendas e por aí vai... Vou esquecendo livros meus ou de amigos, durante o mês ou no dia 30, semeando vontade de ler, onde nosso tesouro chegar! Não é preciso diplomas, nem medalhas, nem reconhecimento, apenas precisamos sentir que a poesia está viva e isto é demais... Ela está!
Liz Rabello
 

FANZINES - REVISTAS CONSTRUÍDAS À MÃO
 EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ - 2012 - 
TEMA: PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE  



PROJETO SEMEAR - LIMPEZA DA ÁREA DE BAIXO DA ESTAÇÃO
CONSTRUÇÃO DE BANCOS E JARDINS




  EXPOSIÇÃO PERMANENTE DE MINHAS PINTURAS EM CHAPAS DE ACRÍLICO



 PROJETO SEMEAR - PINTURA DE PNEUS
 LIMPEZA DA ÁREA DE BAIXO DA ESTAÇÃO



MANIFESTO VERDE
UM PROJETO DA ANLPPB LEVADO À SALA DE AULA -2013



"Realização de um trabalho efetivo com adolescentes, brincadeiras com fantoches, utilizando um livro escrito pelas próprias crianças da escola e do bairro do Jaraguá na cidade de São Paulo, sob  orientação e seleção, em relação à escola em que  Liz Rabello trabalha, aliança com a VOITH, Ministério da Cultura e organização de Patrícia Secco."







PRÉ LANÇAMENTO DO MEU SEGUNDO LIVRO SOLO "INTERVALOS" 
NA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ


PRÉ LANÇAMENTO NA EMEF ESTAÇÃO DO JARAGUÁ... BRINCADEIRAS E PREMIAÇÕES COM ANTECIPAÇÃO DE FATOS E DESFECHOS   







FANZINES - REVISTAS CONSTRUÍDAS À MÃO
 EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2011 - 
TEMA: PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PROJETO LIXO LUXO  


PROJETO LIXO LUXO  - DESFILE DE MODA
ROUPAS CONSTRUÍDAS COM REUTILIZAÇÃO DE LIXO




EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2010 - 
SARAU COM ALUNOS DO QUINTO ANO
TEXTOS A PARTIR DA LEITURA DE LIVROS  





EMEF  BRIG. HENRIQUE FONTENELLE - 2010 - 
SARAU COM ALUNOS DO QUINTO ANO
TEXTOS A PARTIR DA LEITURA DE LIVROS  



PROJETO: PLURALIDADE:  CONSTRUÇÃO DO POVO BRASILEIRO
EMEF BRIG HENRIQUE FONTENELLE
FOTOS TIRADAS PELOS PROFESSORES DOS ALUNOS




 PROJETO: PLURALIDADE:  CONSTRUÇÃO DO POVO BRASILEIRO - FONTENELLE
QUADROS VIVOS A PARTIR DE RELEITURA - JOGOS DRAMÁTICOS



















PINTURAS ABSTRATAS - PROJETO HUMANIZAR 
RELEITURA DA OBRA DE SARAMAGO
ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA


CAPAS PARA O TRABALHO HUMANIZAR







MOSTRA CULTURAL 2008 - FONTENELLE
DÉCADA DE 60 - POESIA CONCRETA


POESIA CONCRETA 
PUBLICADO NA REVISTA "DE OLHO NO FONTE"







IDEALIZANDO E CONSTRUINDO PAINÉIS 





MINHA REVISTA POR UM NÚMERO...
FORÇAS OCULTAS IMPEDIRAM A CONTINUIDADE DA MESMA...
 QUE PENA!  TRABALHO LINDO!  MEU E DOS ALUNOS...




REPÓRTER POR UMA REVISTA
DESIRÉE PRINT SILVA HOJE É PROFESSORA TAMBÉM
SOMOS AMIGAS DE PROFISSÃO... AMO!







VISITA AO PICO DO JARAGUÁ


JARAGUÁ EM 1940 - PINTURA DA

PROFESSORA CÍCERA MARIA DA SILVA 


O passeio ao Pico do Jaraguá foi ao mesmo tempo uma diversão e uma aprendizagem. O grupo da manhã, (4a. Série), foi para lá fazendo uma bela caminhada, com seguranças, (policiais ciclistas) acompanhando durante todo o trajeto. O passeio a pé partiu da EMEF Brigadeiro Henrique Raymundo Dyott Fontenelle até o Pico do Jaraguá

(Karen Cristina Eblak – 6D)


O grupo da tarde (6B e 6D) foi de ônibus e o passeio foi muito divertido.


Logo que chegamos ao Pico fomos direto a um mural, onde estavam posters de bichos nunca vistos (escorpião dourado, aranha marrom, etc). Depois fomos ao palco e a educadora ambiental nos ensinou um pouco sobre o pico.

(Heitor Santos – 6B)




Antes de iniciarmos a caminhada pela trilha, todos receberam informações e instruções da monitora Bárbara, do Pico do Jaraguá.

(Murilo e Danrlei – 6D)



À princípio andávamos depressa, na maior animação, mas depois de um tempo...




No começo, a monitora do nosso grupo falou algumas coisas do lugar: Que lá existiam algumas plantas e animais que já estão extintos, que o Pico era um pedaço de uma floresta,  muito densa e linda!
 (Karen Cristina Eblak- 6D)


Em 1500, os portugueses chegaram ao litoral do Brasil e começaram a explorar as terras. Em 1530, descobriram uma montanha enorme protegida pelos índios, que a consideravam sagrada. O bandeirantes Afonso Sardinha, após guerrear com os índios, se apossou da montanha e construiu a sede da Fazenda Jaraguá.

 (Murilo de Oliveira e Danrlei Gomes – 6D)



A casa foi construída pelo próprio Afonso Sardinha, que se utilizou de restos de animais, comida e barro, misturado à taipa de pilão amassado formando uma massa consistente, que deu origem às paredes com 80 cm de largura, que serviam para proteger seus primeiros moradores dos ataques dos indígenas. 

(Daiana e Mércia – 6D)



As paredes de 80 cm de espessura foram construídas para que quando ocorresse uma guerra entre os portugueses e índios, elas servissem de fortaleza e proteção. Em cima da casa havia janelas grandes de vidros e embaixo pequeninas janelas para que os negros escravos não fugissem. 
Karen Cristina Eblack – 6D)




As janelas de cima eram altas e grandes, já as de baixo eram pequenas, e não havia vidros. Embaixo, ficavam os escravos. Os móveis eram construídos de madeira: o pau-brasil.

(Daiana e Mércia – 6D)



A princípio, nós estávamos achando tudo muito chato. Mas quando chegamos lá, vendo tudo aquilo: pássaros, lago, patos, árvores, peixes, começamos a nos animar, principalmente ouvindo histórias sobre escravos, portugueses e índios. Vimos até onde eles lavravam o ouro encontrado aqui na região.
(Renan Elias e José Antonio – 6D)




Encontraram aqui no Jaraguá uma mina de ouro. O mesmo era lavrado em tanques, antes de ser enviado aos portugueses.

(Karen Cristina Gadelha – 6D)





Em 1530, começaram as primeiras plantações de café. Nesta época era raro. Só os ricos é que tinham acesso a esta planta. Depois tornou-se fonte de renda da fazenda, até que o preço do café caiu na Bolsa de Valores.  Ainda restam pela trilha algumas destas antigas árvores.
(Danrlei e Murilo – 6D)



Quando o preço do café despencou na Bolsa de Valores, muitos proprietários de fazenda perderam tudo o que tinham. Alguns fazendeiros diversificaram o plantio para açúcar, mas os descendentes de Afonso Sardinha não viram mais importância nas terras da Fazenda Jaraguá. O governo do Estado de São Paulo comprou estas terras que passaram a fazer parte do patrimônio cultural do Brasil.
 (Danrlei e Murilo – 6D)



Depois de conhecermos um pouco da história do nosso país, entramos na Trilha da Bica e conhecemos vários tipos de árvores: Imbaúba, Barriguda, Árvore do Palmito, coqueiro, pé-de-café. 
(Daiana e Mércia – 6D)




Ficamos extasiados com a Serra Pilheira, que nada mais é que material orgânico, isto é, folhas das árvores caídas no chão. Essa Serra Pilheira é uma das responsáveis pelo "CICLO DOS SAIS MINERAIS". Todo solo tem sais minerais, especialmente o que chamamos de NPK (nitrogênio, fósforo e potássio respectivamente) que são os principais elementos químicos de que necessita um solo para ser fértil. O solo tem esses sais minerais que são retirados através das raízes das árvores para que a mesma tenha um crescimento saudável. Quando a planta morre, ou quando suas folhas caem, mesmo mortas estão ricas em sais minerais. Essas folhas caídas na terra (serra pilheira) vão fazer esses sais minerais retornarem ao solo. Não é lindo? 


O Palmito Jussara é alimento do Tucano. Por onde este travesso vai voando, a parte que come, faz com que fique forte! Mas as sementinhas que ele deixa cair ao mastigá-las, ajudam na produção do palmito, pois ela vai dar origem a outro Palmito Jussara. O que acontece com o  tucano se o palmito entra em extinção? O tucano perde seu alimento e morre. O que acontece ao palmito se o tucano morre? O palmito perderá um de seus reprodutores, o que culminará em sua extinção também. Que tragédia! No processo da cadeia alimentar ambos entram em extinção!

 Por falar nisso, você viu algum tucano por lá? Eu não!



Com este passeio eu aprendi a dar valor às pequenas e belas coisas da natureza! 


(Karen Cristina Eblak – 6D)




 Estas frágeis mudinhas um dia serão frondosas árvores! 

Caule que no chão floresce,
 bênção que se faz brotar da terra,
 vida que fecunda ao sol,
 tu tens a probabilidade de um jatobá enorme,
 tu tens a sementinha da vida,
 a paz das árvores eternas, 
que nascem, crescem, abundam frescor,
 transbordam amor!
 E só precisam de gotinhas de água.


Liz Rabello




Este imenso caule um dia já foi tão pequeno quanto aquela mudinha!




JATOBÁ

Aprendemos a observar nuances do verde da mata... A diversidade do tipo de folhas das árvores, os odores diferenciados...



Perdemos o olhar nos horizontes da mata densa... Essa densidade tão peculiar a nossa querida e exuberante Mata Atlântica!



Tentávamos andar em duplas ou em fila indiana para não pisarmos em arbustos e pequenos animaizinhos da floresta.


Aprendemos que se “pixarmos” as árvores, elas ficam ocas, dando aberturas para formigas, cupins, invadirem os caules.

(Daiana e Mércia – 6D)


A casca da árvore é tipo nossa pele. Por exemplo: se nós a cortarmos, corremos o risco de entrar bactérias e sofrermos uma infecção. Assim é com as árvores, quando pichamos nomes de nossas namoradas e pintamos corações, ferimos a “pele” da árvore, o cupim entra no seu caule como uma broca e vai destruindo tudo o que encontra pela frente. A árvore fica doente. O mais adequado é escrever frases de amor num pedaço de papel. Se o namoro acabar é só jogar no lixo, de preferência, no lugar certo, para ajudar na reciclagem do papel!

(Clayton Santos – 6D)



Depois de um tempo, as árvores apodrecem. Isto não pode acontecer com uma árvore tão linda assim!
(Daiana e Mércia – 6D)



Aprendemos a reconhecer os líquens... Que são seres vivos muito simples, que se desenvolvem como lâminas ou placas de várias cores na superfície de árvores ou de pedrasÉ possível, através da análise da vida vegetal (e, principalmente, dos líquens), medir o nível de poluição do ar.


E também os fungos



Pela trilha da bica infelizmente vi algum lixo, mas a professora Bete levou um saco para a gente recolher todo lixo encontrado. Enquanto a monitora foi falando, pudemos ver vários tipos de insetos diferentes, macaco prego, borboletas... 

(Thaiane Thatielen – 6D)



Ao chegarmos na bica, ficamos surpresos ao vermos indiozinhos tomando banho naquelas águas. A água cai em forma de cascata e vai para o córrego. A monitora foi dizendo que não devemos beber aquela água, só a de cima, da nascente, pois as pessoas tomam banho por ali. Que delícia! 
Thaiane Thatielen , Daiana e Mércia -  6D)




O que mais gostei no passeio foram os animais, a bica, as árvores até mesmo dos índios nadando!
Camila D!Alaqua (6D)




O que mais me impressionou neste passeio foi ter tido a oportunidade de ver uma cobra engolindo o sapo. Pena não termos conseguido fotografar a cena. 

(Mércia – 6D)



Gostei de conhecer os macaquinhos e vê-los tão de perto.
 (Daiana – 6D)

Eu não conhecia a Trilha da Bica, e agora que conheço tenho certeza de que o Pico é um lugar muito mais bonito do que eu poderia supor.
 (Mariana Dias Tamandaré – 6B)




Só fizemos a caminhada pela trilha da bica, pois a trilha do silêncio está fechada ao público. Lá perto estão as nascentes e é preciso preservá-las, um grupo de quarenta pessoas é um impacto ruim demais para a fragilidade deste ecossistema. Respeito é bom!

 A natureza agradece!



Fomos até o pico de ônibus, pela  estrada sinuosa da foto abaixo. Depois de  subirmos 240 degraus, pudemos conferir a beleza de nossa região! 


(Karen Cristina Gadelha – 6D)



Eu e a professora Bete ficamos tentando descobrir onde estava localizada a nossa escola, no meio de toda aquela paisagem. Consegui ver a igreja matriz, mas o Fonte só o Danrlei é que via.  Você consegue ver???

(Thaiane Thatielen – 6D)
Em  todos os ângulos a cidade nos presenteia com sua beleza ímpar. O Pico é um lugar tão grande que não cheguei, nem chegarei a conhecê-lo por inteiro, mas tenho certeza de que nos oferece a mais bela visão da cidade de São Paulo!

(Mariana Dias – 6B)



O melhor momento do passeio foi quando subimos na torre e vimos tudo miudinho, miudinho: uma paisagem linda, muito linda!


Renan Elias e  Joé Antonio–6D)




Reparei que lá embaixo o ar era mais quentinho e aqui em cima bem mais gelado. Gostei muito de ter feito esta caminhada. Quero voltar lá muitas e muitas vezes, pois foi muito bom.

(Camila Silva – 6B)



É muito bom ter conhecimentos sobre coisas do nosso bairro. Gostei de subir o Pico e ver do alto aquelas árvores lindas, maravilhosas! Que bela vista!

Jady Della Monica – 6B)



Além de aproveitar a paisagem, ainda respiramos um ar puro, sem poluição. Ouvimos tudo: barulhinho dos animais, das folhas, até do próprio ar! O que mais me impressionou foi o silêncio da natureza! 
(Camila Dal’aqua)



Eu e minha amiga Jady subimos toda aquela escadaria. Nossa, nós não estávamos mais aguentando, nossas pernas doíam, o fôlego diminuía... Mas quando chegamos lá em cima... Valeu a pena! Como tudo aquilo é lindo! Fiquei pensando: Será que daqui a pouco todas estas árvores vão virar terra batida e nada disso poderemos apreciar???

(Jessika Valentim – 6D)



A parte que mais gostei foi na hora que subimos o Pico. Ver aquela paisagem maravilhosa lá do alto! Mas o lago também é bem lindo
(Karen Cristina Eblak – 6D)




O passeio foi demais, cem por cento interessante! Adorei, porque eu e vocês ouvimos os sons da natureza, os passarinhos cantando, a cigarra assobiando... Vimos vários pássaros diferentes, macaquinhos e muito mais, pois sentimos o cheiro gostoso do mato verde.


 (Thaiane Thatielen – 6D)


O Parque Estadual do Jaraguá foi construído para ser preservado, limpo e bem cuidado e também para dar lar aos animais e às árvores da floresta.

(Mércia e Daiana – 6D)



QUANDO VEMOS O QUE ESTÁ ERRADO E AGIMOS PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS, NOS TORNAMOS ATIVISTAS AMBIENTAIS.






A ÁGUA É UM BEM INSUBSTITUÍVEL... E NÃO NOS PERTENCE... E 
SIM AO FUTURO... A QUEM AINDA NÃO NASCEU...










3 comentários:

  1. Muito legal Prof° muito legal as fotos do fontenelle.. foi a melhor escola que estudei ate agora eu amava as suas aulas.. aulas muito criativas amo muitoooo tudo isso..

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  2. Amo você Gabi... Muitas saudades...

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  3. Parabéns!!!!Trabalho maravilhoso, poderia ser enviado à SER.

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